Fico impressionado com a ausência de fé do mundo moderno. Parece que o ceticismo cega a inteligência. É estranho imaginar isso, uma vez que os céticos baseiam suas “crenças” na evidência científica.
Mas, quando se demonstram evidências de que a história bíblica é mais real que a imaginação da ciência, então buscam novas formas de negar os fatos. Geralmente o fazem com mais indagações, sempre na expectativa de que tais perguntas remanesçam sem respostas.
No início do século passado negaram a existência de lugares e nomes bíblicos, dizendo que eles nunca haviam existido. Vejamos algumas destas críticas:
Críticos X Arqueologia
- “A cidade de Ur, cidade natal de Abraão, não existiu”.
Ur foi descoberta. Uma das colunas tinha a inscrição "Abraão".
- “A história da queda de Jericó é um mito. A cidade nunca existiu”.
A cidade foi encontrada e escavada. Foi descoberto que os muros caíram exatamente da maneira descrita pela narrativa bíblica.
- “Os Hititas não existiram”.
Centenas de referências à incrível civilização Hitita foram encontradas. Qualquer pessoa pode até ter um doutorado em estudos Hititas na Universidade de Chicago.
- “Belsazar não foi verdadeiramente rei da Babilônia; ele não é encontrado nos registros”.
Tábuas da Babilônia descrevem o reinado deste co-regente e filho de Nabonido.
A arqueologia está repleta de artefatos que demonstram que o palco e as cenas em que se passam as histórias da Bíblia podem ser documentadas. Eis alguns exemplos:
Tábuas de Ebla
Cerca de 20,000 tábuas de pedra, muitas contendo leis similares ao código legal de Deuteronômio. As cinco cidades primeiramente dadas como fictícias da planície de Gênesis 14 (Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar) são identificadas.
Tábuas de Nuzi
Elas detalham hábitos dos séculos XIV e XV de acordo com os registros patriarcais como concubinas gerando filhos para as esposas inférteis.
Selo de Gedaliah
Refere-se a Gedalias, mencionado em 2 Reis 25:22.
Encontrado cerca de 2600 anos atrás. As letras da inscrição Gedalyahu ben Pasur (Gedalias, filho de Pasur) estão em hebraico antigo e em perfeito estado de conservação.
Cilindro de Ciro
Autentica a descrição bíblica do decreto de Ciro que permitiu que os judeus reconstruíssem o templo em Jerusalém (veja 2 Crônicas 36:23; Esdras 1:2-4).
Pedra Moabita
Dá informações sobre Onri, o sexto rei de Israel.
Esta inscrição confirma o relato bíblico em II Reis 3:4-27. A estela teria sido feita, aproximadamente, por volta de 830 a.C.
Obelisco Negro de Salmanazar III
Ilustra como Jeú, rei de Israel, teve que se submeter ao rei Assírio.
Prisma de Taylor
Contém um texto Assírio que detalha o ataque de Senaqueribe a Israel durante o tempo de Ezequias, rei de Israel.
A cada dia novas descobertas vêm à lume. Demonstram que Deus é fiel e verdadeiro, e que sua Palavra é eterna.
Mais que evidências, Ele nos dá provas. Assim, permite que nossa fé se assente sobre sólidas bases racionais, firmes como rocha. Busque conhecer mais desta Palavra Viva. Encontre nela os tesouros que nem arqueólogos ou cientistas podem em suas atividades encontrar.
E A BÍBLIA TINHA RAZÃO escrito por Daniela Hamerly Soares Hartwig,
08 de novembro, 2009
"E a Bíblia tinha razão" é o título de um livro do arqueólogo alemão Werner Keller. Excelente sugestão de leitura para aos amantes da arqueologia bíblica.