Mitos do Natal PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Barros   
Sex, 11 de Dezembro de 2009 22:26
Natal quer dizer nascimento. Por isso as gestantes fazem os acompanhamentos médicos “pré-natal”. O dia 25 de dezembro ficou mundialmente conhecido como “Natal” por conta do nascimento de Jesus.
 
Não se sabe ao certo o dia do nascimento de Jesus. O dia 25 de dezembro foi escolhido por convenção, conforme as crenças dos seus instituidores. No século 4 AC, o então Papa Julius escolheu este dia como data fixa para a celebração das festividades. A data marcava o início do inverno, pois era a data do Solstício de Inverno. O problema é que os pagãos marcavam este dia com muitas festividades, e aos poucos um sincretismo se formou. Não demorou para que Santa Claus se tornasse o “Papai Noel”. A árvore natalina se tornou uma tradição, oferendas, ceias, etc.
 
Por esta razão, alguns religiosos hodiernos não comemoram o natal. Outros, menos radicais, afastam os elementos do paganismo, assim como ocorre com a páscoa, onde no lugar de ovos de chocolate se ressalta o pão asmo e o “vinho” não fermentado.
 
À par de tais coisas, o fato é que o mundo cristão não tem mais as associações dos rituais do paganismo. E os religiosos se preocupam muito mais com os aspectos salvíficos do que com os seculares. O natal lembra valores importantes, como o afeto e a unidade familiar, a redenção em favor da humanidade expressa na esperança do nascimento do Salvador, a expectativa de paz, e tudo o mais.
 
São momentos de muita felicidade. Se vivêssemos todo o ano com o mesmo espírito com que passamos as festividades de fim de ano, o mundo seria outro. E é por isso mesmo que creio que devamos dissecar o mitológico do teológico, quanto ao natal.
 
Mesmo nas “crenças” no seio da igreja, existem algumas ideologias da história do natal que não estão corretas. Por exemplo: visualizamos e representamos o natal com os pastores no campo vendo a estrela, que os guia ao estábulo onde está o menino-rei. Em seguida chegam os magos trazendo presentes, e saindo do local da manjedoura, José recebe o sonho para fugir para o Egito, longe do alcance das mãos do terrível Herodes.
 
Na verdade, não é bem assim. Primeiro porque o início do inverno não é um bom momento para que pastores estejam no campo apascentando ovelhas. Não que os pastores não estivessem lá. Mas, o fato dos pastores estarem apascentando no campo significa que não poderia ser 25 de dezembro, início do inverno. Em Lucas 2:8 vemos que os pastores “viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite”. Esta época é fria, e as ovelhas morreriam no relento. Isto sem falar na neve que já começa a cair, o que impede o uso do pasto.
 
De acordo com Lucas, o momento em que os pastores estão no campo é a primavera. Isto porque em seu evangelho, no capítulo 3:23, ele diz que Cristo tinha “cerca de trinta anos” quando iniciou seu ministério, logo depois de seu batismo. E o batismo de Cristo foi na primavera do ano 27 AD, isto sabemos com certeza. Alie-se isto ao fato de que o vocábulo grego ------- traduzido por “cerca”, significa bem próximo, perto mesmo. Portanto, Jesus foi batizado próximo do seu trigésimo aniversário, na primavera, ou seja, nasceu na primavera também.
 
Tal informação corrobora a idéia de que o ministério sacerdotal se inicia aos trinta anos. Assim Cristo está seguindo as tradições judaicas a que está sujeito, no velho concerto.
 
Portanto, concluímos que Jesus não nasceu em 25 de dezembro.
 
Em segundo lugar, os orientais não estavam junto com os pastores. Note o relato de sua chegada. Eles vão primeiro à Herodes, que “chamou secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera”. (Mateus 2:7). E o resultado disto foi que Herodes ordenou que se matassem as crianças de dois anos para baixo. O que isso significa? Que inquirindo com precisão o tempo, verifica que a criança teria cerca de dois anos de idade.
 
Vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos. Mateus 2:16. [Grifei].
 
Assim, concluímos que os magos chegaram a Belém aproximadamente dois anos depois que os pastores viram a “estrela”. Ao avistarem-na, os magos verificaram não se tratar de uma estrela de verdade. Então passaram a estudar a profecia e a seguiram. Foram dois anos de estudo e viagem, até chegarem ao local onde estava o menino Jesus.
 
Neste tempo José não estava na estrebaria, mas numa casa. É isso mesmo. O verso 11 do capítulo 2 de Mateus reza que eles entraram numa casa, não na estrebaria.
 
Bem, agora que você já sabe a real história, deve estar se perguntando: qual a moral de tudo isso?
 
É Simples: em meio a todas as luzes do natal, jamais devemos perder de vista o verdadeiro sentido e a razão de sua existência – “O verbo se fez carne e habitou entre nós... e vimos a sua glória”.
 
Satanás tentou encobrir o verdadeiro brilho natalino ao buscar o sincretismo entre o paganismo e a verdade. Ainda hoje, muitas pessoas olvidam o rei do universo nascido entre os homens para realçar presentes, comelanças, bebedices, prazeres mundanos. Substituem a figura do Rei dos reis por uma de um deus pagão dirigindo renas voadoras. Ofuscam a lei eterna que se deve seguir por ideologias hollywoodianas. Não caia neste engodo.
 
Devemos fazer do natal um momento realmente sublime, em que Cristo seja o centro de tudo. Devemos refletir na redenção e buscar ânimo para vencer o mundo. Mesmo que tenhamos que nos valer de símbolos, que outrora de significado diferente, tenham seu sentido mudado no presente para motivos nobres, exatamente como aconteceu com a gravata. Isto mesmo. A gravata, quando criada, era símbolo de rebeldia da classe operária contra o poder econômico. Lembra-se da história da greve? Pois hoje, a gravata é justamente símbolo do poder econômico, e de rebeldia não tem nada, mas é vestimenta clássica. O mesmo se deu com árvore de natal. Sua origem tem profunda concordância com as tradições alquímicas e cabalísticas. Mas hoje não. Se volta para uma importante tradição.
 
Deus muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvores de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore. A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai isto a Deus como vosso presente de Natal. Sejam vossas doações santificadas pela oração. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.Não devem os pais adotar a posição de que uma árvore de Natal posta na igreja para alegrar os alunos da Escola Sabatina seja pecado, pois pode ela ser uma grande bênção. Ponde-lhes diante do espírito objetos benevolentes. Em nenhum caso o mero divertimento deve ser o objetivo dessas reuniões. Conquanto possa haver alguns que transformarão essas reuniões em ocasiões de descuidada leviandade, e cujo espírito não recebeu as impressões divinas, outros espíritos e caracteres há para quem essas reuniões serão altamente benéficas. Estou plenamente convicta de que inocentes substitutos podem ser providos para muitas reuniões que desmoralizam. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.
O Lar Adventista, pp. 482-483.
 
Feliz Natal! 
 
165 anos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexamdre Barros   
Sex, 23 de Outubro de 2009 21:01
É isso mesmo! Completamos 165 anos desde o grande desapontamento em 23 de outubro de 1844. Este foi o primeiro dia em que Cristo ministrou o juízo investigativo. Foi término da maior profecia já descrita na Bíblia, as 2.300 tardes e manhãs de Daniel 8:14.
 
Consoante as Escrituras Sagradas, Jesus assumiu um importante papel como Sumo Sacerdote no Santuário Celestial. O primeiro nome foi escrito no Livro da Vida. Este juízo ocorre desde então, e quando terminar, Jesus lançará fora o incensário, símbolo da ministração da intercessão da graça, e junto com miríades de miríades de anjos, retornará à Terra para buscar seus remidos.
 
Quando se encerrar a mensagem do terceiro anjo, a misericórdia não mais pleiteará em favor dos culpados habitantes da Terra. O povo de Deus terá cumprido a sua obra. Recebeu a “chuva serôdia”, o “refrigério pela presença do Senhor”, e acha-se preparado para a hora probante que diante dele está. No Céu, anjos apressam-se de um lado para o outro. Um anjo que volta da Terra anuncia que a sua obra está feita; o mundo foi submetido à prova final, e todos os que se mostraram fiéis aos preceitos divinos receberam “o selo do Deus vivo”. Cessa então Jesus de interceder no santuário celestial. Levanta as mãos e com grande voz diz: Está feito; e toda a hoste angélica depõe suas coroas, ao fazer Ele o solene aviso. “Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda”. Apoc. 22:11. Todos os casos foram decididos para vida ou para morte. Cristo fez expiação por Seu povo, e apagou os seus pecados. O número de Seus súditos completou-se; “e o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu” (Dan. 7:27), estão prestes a ser entregues aos herdeiros da salvação, e Jesus deve reinar como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Grande Conflito, p. 613-614.
Quando olhamos o tempo decorrido, desde o início do juízo investigativo até hoje, e somamos a monta de 165 anos, é natural perguntar a razão da demora da vinda do Senhor.
 
Ate quando durará este juízo? Tal pergunta ecoa desde João, que relatou em Apocalipse 6:10-11:
 
Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram. 
 
Até que se complete o número dos salvos, a obra continuará. Devemos pregar o evangelho com afinco, a fim de completarmos o alvo de Deus.
Quanto mais pessoas levarmos a Jesus, tanto mais cedo iremos para o Céu.
 
Cristo fez expiação por Seu povo, e apagou os seus pecados. O número de Seus súditos completou-se. ...
Eventos Finais, 265.
 
Por isso precisamos ser vigilantes. Tanto para nos encontrar dentre os salvos, quanto para conduzir outros conosco. Tem você sido diligente em promover o amadurecimento da seara? O que mais pode fazer?
 
Coloque-se à disposição do serviço de Cristo. Seja como participante ativo nos trabalhos da igreja, seja no testemunho pessoal. Pregue as doutrinas da salvação. Anuncie o evangelho. Distribua folhetos. Promova as frentes de evangelismo da igreja. Convide pessoas para estudar a bíblia. Utilize seus recursos para falar da Grande Esperança.
 
A meta não é deixar que o número do tempo cresça, mas que a contagem dos salvos alcance o número de moradas que Jesus preparou.
 
Conquanto a data de 23 de outubro nos seja preciosa, pois é o marco profético da Igreja Remanescente – a Igreja Adventista do Sétimo Dia, igreja da profecia bíblica, não nos apraz comemorar tais aniversários nesta Terra, mas na Nova Terra. Todavia, ela nos ajuda a refletir em que estamos por tempo excessivo aqui. É hora de ir para o Céu!
 
Então, vamos?
Mas a expiação por um mundo perdido devia ser plena, abundante, completa. A oferenda de Cristo foi inexcedivelmente abundante para abranger toda alma que Deus criou. Não se podia restringir, de modo a não exceder o número dos que haviam de aceitar o grande Dom. Nem todos os homens são salvos; todavia, o plano da salvação não é um desperdício pelo fato de não realizar tudo que foi provido por sua liberalidade. Há o suficiente, e sobeja aindaDesejado de Todas as Nações, p. 566.
 
Pedras que clamam. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Barros   
Sex, 18 de Setembro de 2009 21:45
Fico impressionado com a ausência de fé do mundo moderno. Parece que o ceticismo cega a inteligência. É estranho imaginar isso, uma vez que os céticos baseiam suas “crenças” na evidência científica.
 
Mas, quando se demonstram evidências de que a história bíblica é mais real que a imaginação da ciência, então buscam novas formas de negar os fatos. Geralmente o fazem com mais indagações, sempre na expectativa de que tais perguntas remanesçam sem respostas.
 
No início do século passado negaram a existência de lugares e nomes bíblicos, dizendo que eles nunca haviam existido. Vejamos algumas destas críticas:
 
Críticos X Arqueologia
 
- “A cidade de Ur, cidade natal de Abraão, não existiu”.
Ur foi descoberta. Uma das colunas tinha a inscrição "Abraão".
 
- “A história da queda de Jericó é um mito. A cidade nunca existiu”.
A cidade foi encontrada e escavada. Foi descoberto que os muros caíram exatamente da maneira descrita pela narrativa bíblica.
 
- “Os Hititas não existiram”.
Centenas de referências à incrível civilização Hitita foram encontradas. Qualquer pessoa pode até ter um doutorado em estudos Hititas na Universidade de Chicago.
 
- “Belsazar não foi verdadeiramente rei da Babilônia; ele não é encontrado nos registros”.
Tábuas da Babilônia descrevem o reinado deste co-regente e filho de Nabonido.
 
 
A arqueologia está repleta de artefatos que demonstram que o palco e as cenas em que se passam as histórias da Bíblia podem ser documentadas. Eis alguns exemplos:
 
Tábuas de Ebla 
Cerca de 20,000 tábuas de pedra, muitas contendo leis similares ao código legal de Deuteronômio. As cinco cidades primeiramente dadas como fictícias da planície de Gênesis 14 (Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar) são identificadas. 
 
Tábuas de Nuzi
Elas detalham hábitos dos séculos XIV e XV de acordo com os registros patriarcais como concubinas gerando filhos para as esposas inférteis.
 
Selo de Gedaliah 
Refere-se a Gedalias, mencionado em 2 Reis 25:22.
Encontrado cerca de 2600 anos atrás. As letras da inscrição Gedalyahu ben Pasur (Gedalias, filho de Pasur) estão em hebraico antigo e em perfeito estado de conservação.
 
Cilindro de Ciro
Autentica a descrição bíblica do decreto de Ciro que permitiu que os judeus reconstruíssem o templo em Jerusalém (veja 2 Crônicas 36:23; Esdras 1:2-4). 
 
Pedra Moabita 
Dá informações sobre Onri, o sexto rei de Israel.
Esta inscrição confirma o relato bíblico em II Reis 3:4-27. A estela teria sido feita, aproximadamente, por volta de 830 a.C.
 
Obelisco Negro de Salmanazar III
Ilustra como Jeú, rei de Israel, teve que se submeter ao rei Assírio. 
 
Prisma de Taylor 
Contém um texto Assírio que detalha o ataque de Senaqueribe a Israel durante o tempo de Ezequias, rei de Israel. 
 
A cada dia novas descobertas vêm à lume. Demonstram que Deus é fiel e verdadeiro, e que sua Palavra é eterna.
 
Mais que evidências, Ele nos dá provas. Assim, permite que nossa fé se assente sobre sólidas bases racionais, firmes como rocha. Busque conhecer mais desta Palavra Viva. Encontre nela os tesouros que nem arqueólogos ou cientistas podem em suas atividades encontrar.
 
Encontre o Deus que nos salva! 
 
11 de setembro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Barros   
Sex, 11 de Setembro de 2009 19:45
Esta data ficou marcada na história. Sabemos que sua repercussão tomou certa dimensão em razão da ideologia dos poderosos. Um quantitativo de vidas eram ceifadas em maior número ao redor do mundo por circunstâncias ainda mais grave, mas jamais tiveram a mesma penetração na mídia. Jamais terão.
 
O fato é que substantivos como “ground zero” e “Bin Laden” passaram a ocupar um lugar de destaque em nosso vocabulário. As cenas de destruição ainda são veiculadas. A queda das torres gêmeas parece ecoar a profecia de Cristo quanto ao Templo de Jerusalém: “não sobrou pedra sobre pedra...”. Lucas 21:6.
 
Um templo era religioso, o outro capitalista. Um fora construído para ser a glória do homem, o outro, a glória de Deus. Ambos tiveram o mesmo fim. Somente remanesce a lembrança de uma glória passada e um presente de incertezas.
 
Não deveria ser assim. Se o mundo do comércio se voltasse um pouquinho apenas para os ensinos de Jesus quanto ao amor ao próximo, certamente tais fatos não ocorreriam. Pelo contrário, produzir-se-iam mudanças tais que transformariam a geografia do mundo existente. Quanto mais enaltecemos o eu, tanto mais longe do Céu nos colocamos.
 
Igualmente se deu no templo religioso. Deus acabou por ser colocado de lado em razão da condescendência própria. Os sacerdotes de outrora deixaram de ser representantes de Deus e passaram a ser representantes de si mesmos. Amaram o poder muito mais do que o Deus poderoso, às riquezas muito mais que o Senhor de todas as coisas.
 
Deus permitiu que os homens erigissem seus ‘templos’, mas o propósito deles, cada qual em sua esfera, deveria dizer: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Lucas 10:27.
 
O maior problema da atualidade reside no secularismo. O deus deste século tem cegado o entendimento dos homens, levando-os a se desviarem do bem. Os valores são transmutados, e o bem se converte no mal. As pessoas têm atuado de tal maneira que pensam estar trilhando a senda do bem, quando na verdade caminham na estrada do mal.
 
É importante reconhecer que tudo nesta vida, tudo neste mundo, está de alguma forma entrelaçado no grande conflito entre o bem e o mal. Nada fica de fora. Viver sem esta consciência é andar nas trevas.
 
Muitos entendiam estar seguros dentro de prédios desta natureza. Mas ruíram junto com eles, que não pouparam nem mesmo aqueles que se apresentaram como “salvadores”. Apenas um Salvador é legítimo. Ele nos advertiu que não basta embarcar na nau que leva para o Porto Seguro Celestial. Sem sombra de dúvidas, não existe outra embarcação pela qual importa sejamos salvos. Mas Ele mesmo nos advertiu que ao longo de nossa jornada enfrentaríamos vendavais, e muitos são lançados fora. Somente aqueles que se acharem firmados poderão sobreviver.
 
Ao aproximar o fim dos tempos, muitos ‘onze de setembros’ virão, e cada vez piores. Contudo, mesmo que “mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita” (Sl. 91:7), jamais seremos atingidos se nos colocarmos ao lado do Deus do impossível. Posicionar assim é abraçar a Sua causa, Sua ideologia, Seus ensinos, Sua lei, espelhar o Seu caráter.
 
Melhor que adotar “11 de setembro”, sinal de destruição, deveríamos escolher “22 de outubro”, dia de juízo para a redenção. Mas desta data, falarei em breve.
 
Por hora, quero convidá-lo a saudar o grande dia do Deus Todo-Poderoso (Ap. 16:14). O dia em que o mundo e seus elementos em fúria se desfarão.
Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas.
2 Pedro 3:10.
 
Pois este é o dia da volta do Senhor Jesus, o qual devemos amar, aguardar e apressar (2 Pe. 3:12). Que tal começar agora!
 
Escolha pois estar “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;” Efésios 2:20. Pois “Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó” Lucas 20:18. Só então será feito pedra no santuário de Deus!
 
Que Deus te abençoe!

 
Inversão de Valores PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Barros   
Sex, 28 de Agosto de 2009 22:13

Como sintoma do fim dos tempos, Cristo nos advertiu de um fenômeno presente em nossos dias, do qual os cristãos deveriam estar atentos para se livrarem das garras do mal: a inversão de valores.

 

É impressionante como a sociedade de nossos dias estabelece valores. Não me parece sensato estabelecer elementos seculares como moda, consumo, aparência, status, et cetera, prioritários à fidelidade, empatia, amor ao próximo, entre outros.

 

Mesmo em nosso meio existem aqueles que assim procedem. O sentimento do “eu acho” se sobrepuja ao “Está Escrito”. Sob uma falsa impressão de relacionamento com Deus prescindem importantes ações do Espírito, sob a pseudo-segurança de que o amor do Pai afastará a justiça, criando permissivos para se coadunarem com o mundo.

 

Há um perigo tremendo em associar luz e trevas. Mas existem muitos que insistem em adotar um estilo de vida religioso, mas com as configurações da vida mundana. Não veem os perigos na adoção de “pequenos” atos, que vagarosa e tenazmente infiltram o pecado na alma: festividades, folguedos, imitação do comportamento dos descrentes, frequência de lugares inapropriados, licenciosidade, uso de drogas aparentemente lícitas, e tantas outras que nos afastam de Jesus.

 

Precisamos renovar a nossa mente.

Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2



O único modo seguro de não nos livrar dos engodos satânicos e aprofundando no conhecimento de Deus. E o único modo de fazê-lo é pelo estudo da sua Palavra.

 

Estude mais a Bíblia. Ore mais.

 
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